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DECLARAÇÃO DE CARACAS - Janeiro de 2006 - OUTRA INTEGRAÇÃO É URGENTE, POSSÍVEL E NECESSÁRIA




Publicado em: 07/03/2006
DECLARAÇÃO DE CARACAS
Janeiro de 2006

OUTRA INTEGRAÇÃO  É URGENTE, POSSÍVEL E NECESSÁRIA

Nós, cidadãs e cidadãos da Nossa América, organizados em redes e instituições que trabalham pela defesa e ampliação dos direitos em nossas sociedades, preocupados com o presente e o futuro da região, nos encontramos durante o VI Foro Social Mundial para examinar as condições em que é possível avançar em direção a uma genuína integração que se baseie no respeito à dignidade e aos direitos dos povos, no reconhecimento de que as pessoas, através de suas representações coletivas, são sujeitos de poder nas decisões sobre políticas nacionais e regionais.

CONSTATAMOS que a América Latina vive um novo tempo. O esgotamento do sistema neoliberal e a insatisfação crescente com seus impactos na vida das maiorias estão abrindo espaço para governos mais sensíveis aos interesses populares. Esta nova situação, que se acelera a partir do ano 2000, nos dá sinais do surgimento de novos atores políticos, como se pode ver na eleição presidencial – que comemoramos – de um indígena, Evo Morales, na Bolívia, e de uma mulher, Michelle Bachelet, no Chile.

VALORIZAMOS a vigorosa mobilização social em curso pela defesa dos bens comuns, contra a privatização do público e em favor de modelos econômicos orientados ao bem-estar das maiorias. A dinâmica dos movimentos sociais tem transformado o campo político ao redefinir o lugar onde se produz a política, ao modificar a forma de fazê-la e ao incluir novos rostos no cenário público

IDENTIFICAMOS este momento como uma oportunidade que se oferece aos cidadãos organizados, aos partidos comprometidos com os interesses sociais e aos governos de novo tipo, para conquistar profundas mudanças na cultura e nos sistemas políticos, que se orientem para a democratização do poder e ao controle social do Estado e dos atores que se regem pela lógica do mercado. Esta oportunidade tem limites, pois enfrenta poderosos interesses que poderão reagir com agressividade.

AFIRMAMOS o direto dos povos a um desenvolvimento baseado na inclusão social e no respeito aos direitos econômicos, sociais, políticos, culturais e ambientais, na preservação de nosso patrimônio cultural e natural, no controle dos recursos naturais e energéticos, que assegure o bem-estar da presente e das futurasgerações .

APRECIAMOS o surgimento de uma cidadania que ultrapassa fronteiras nacionais. Essa cidadania se expressa por meio de redes, coalizões, plataformas e articulações onde participam movimentos sociais e organizações não-governamentais que defendem os bens públicos, propagam o impulso democratizador e de internacionalização de idéias , iniciativas e lutas progressistas.

OBSERVAMOS que os direitos vêm sendo restringidos em razão de fronteiras nacionais e que prevalece a discriminação e exclusão por critérios de raça, origem, sexo, opção sexual ou nacionalidade, razão pela qual os cidadãos de Nossa América estão distantes de viver como iguais. Esta situação afeta principalmente os milhões de migrantes, refugiados e desabrigados que sofrem a negação dos direitos essenciais, quando merecem um tratamento de acordo com sua dignidade, não importando a situação jurídica ou dos seus documentos.

AVALIAMOS que a integração é hoje um campo de lutas onde se enfrentam distintos projetos sociais. O atual projeto hegemônico integra principalmente os mercados, se desenvolve em função das grandes corporações e do capital financeiro, desconhece o social, viola os direitos humanos e impõem-se às custas de nossas sociedades. A integração hegemônica sacrifica a dignidade das pessoas ante a acumulação de capital, que aumenta a miséria, marginaliza regiões inteiras e torna inviável a convivência civilizada.

RECONHECEMOS que ao projeto hegemônico se contrapõe uma integração aberta à participação decisiva da cidadania, que respeita identidades culturais e direitos coletivos, as formas de organização e de vida dos povos originários e das comunidades afro-descendentes como sujeitos coletivos de direitos, que coloca a dignidade das pessoas, a solidariedade e a cooperação acima dos interesses econômicos e das razões do Estado, que propõe que a economia construa a soberania nacional e o bem-estar geral.

PERCEBEMOS que este momento favorece nossa atuação enquanto forças organizadas para a defesa e ampliação dos direitos. Entretanto, são necessários passos mais audaciosos que assegurem a democratização da democracia, ampliem o exercício da cidadania e possibilitem um papel autônomo de nossos paises e nossa região no contexto internacional.

AS ORGANIZAÇÕES, REDES, INSTITUIÇÕES E CIDADÃOS DE NOSSA AMÉRICA:

NÃO ACEITAMOS MAIS as imposições do poder econômico que subordina nossos paises e produz, mediante suas políticas públicas, a concentração da riqueza e da renda e o conseqüente aumento da desigualdade e da pobreza.

NÃO ACEITAMOS MAIS as imposições dos paises ricos, das instituições de regulação internacional e dos governos que sacrificam a vida, e em especial a dos povos indígenas e afro-descendentes, dos migrantes, mulheres, crianças e pessoas com recursos escassos; que sacrificam o meio ambiente, e mesmo a possibilidade de um futuro melhor, em favor do crescimento econômico e da acumulação capitalista.

NÃO ACEITAMOS MAIS que os povos indígenas sejam privados de seus direitos, que se violentem seus territórios, que sejam despojados dos seus recursos naturais, que deles se retire seu direito a um desenvolvimento próprio e se desestruturem suas sociedades para aumentar a massa de pobres do continente.

NÃO ACEITAMOS MAIS que duzentos e vinte milhões de latino-americanos vivam na pobreza absoluta, sem gozar dos direitos que assegurem uma vida de acordo com sua condição de seres humanos, nem que treze milhões de migrantes e desabrigados sejam privados dre seus direitos por não possuírem documentos, ou que outros trinta e três milhões de migrantes, refugiados e desabrigados vivam em condições de pobreza e marginalidade.

NÃO ACEITAMOS MAIS que se utilizem leis para restringir a liberdade de movimento dos cidadãos pelo nosso continente, como as recentes leis de Segurança de Fronteiras dos Estados Unidos ou de Migração e de Estrangeiros da Costa Rica, que violam os Direitos Humanos reconhecidos internacionalmente.

NÃO ACEITAMOS MAIS a destruição do público e o seqüestro da política pelas elites que não têm outro interesse senão seus próprios benefícios e por eles se submetem aos interesses do capital transnacional, arruínam os avanços democráticos conquistados e transformam a democracia em um mero instrumento de controle social e manipulação de consciências.

NÃO ACEITAMOS MAIS que as perversões do privado e da cultura patriarcal façam das mulheres e meninas vítimas da violência doméstica, do tráfico de pessoas, que lhes impede o exercício de seus direitos sexuais e reprodutivos, as limitam em seus direitos políticos e civis e as confinam ao trabalho doméstico e ao cuidado familiar.

NÃO ACEITAMOS MAIS que, em matéria de integração, as iniciativas dos governos sejam pautadas segundo interesses das grandes corporações e do sistema financeiro internacional, operando somente na lógica da ampliação dos mercados.

NÃO ACEITAMOS MAIS a corrupção como instrumento de governabilidade e tampouco a impunidade que estimula, contamina e difunde estas práticas nas formas de sociabilidade, no sistema político e dos aparatos de governo.

NÃO ACEITAMOS MAIS que se destrua o direito inalienável dos povos de decidir sobre seu destino e que se atribua às maiorias uma cidadania de segunda classe, criminalizando suas organizações e prendendo seus representantes por encarnarem a aspiração de se tornarem sujeitos de sua própria história.

NOSSO CONTINENTE E OS PAÍSES QUE O COMPÕEM TÊM DIREITO A UMA INTEGRAÇÃO SOBERANA E AUTÔNOMA, EXPRESSÃO DAS ASPIRAÇÕES DE LIBERDADE, JUSTIÇA E IGUALDADE DAS MAIORIAS.

PELO ANTERIOR, ASSUMIMOS OS SEGUINTES COMPROMISSOS:

NOS PROPOMOS a atuar conjuntamente na construção de uma cultura e uma ética democráticas, onde a cidadania seja propositiva e exerça controle social como responsabilidades na ação pública, uma vez que desempenhem um papel central no sistema político que incluem partidos e governos.

NOS PROPOMOS a lutar, a partir de nossas organizações, por uma profunda reforma política, tanto dos partidos como das instituições públicas. Essa luta parte do reconhecemento do caráter hierárquico, vertical, centralista, patriarcal e autoritário da nossa cultura política e se propõe superar esses vícios mediante a descentralização e a socialização do poder, a implementação de mecanismos participativos de decisão como os referendos e plebiscitos, a realização de consultas aos povos indígenas de acordo com o Convenio 169 da OIT, além de criar novas formas de decisão coletiva.

NOS PROPOMOS a lutar pelo direito à informação e ao acesso à informação pública como ferramenta de educação política e pela democratização e o controle social dos meios de comunicação, como condição essencial para a vida democrática e o exercício da cidadania.

NOS PROPOMOS a uma integração de sociedades que superem a exclusão que segrega e discrimina, que busquem o desenvolvimento integral enquanto direito humano, como impulsionador da expansão de todas as potencialidades das pessoas, das comunidades, dos povos, das regiões sem exceção e das nossas nações no seu conjunto, sociedades que assegurem a todos os seus membros o exercício integral de seus direitos individuais e coletivos.

NOS PROPOMOS a construir sociedades e estados laicos, respeitosos da diversidade e garantidores do pluralismo, nos quais nenhuma idéia se imponha como um a priori e, em tudo que seja possível, desenvolver todas as dimensões do ser humano em um ambiente de tolerância.

NOS PROPOMOS que nossas economias cresçam em função de realizar os direitos das pessoas, de garantir a soberania de nossas nações e de possibilitar a existência de sociedade e Estados verdadeiramente democráticos. Isso supõe privilegiar a produção sustentável e o trabalho, promover o desenvolvimento científico e tecnológico, gerar equilíbrios entre os setores da economia e das regiões em cada país e entre as diferentes culturas que os povoam através da redistribuição da riqueza e das oportunidades. Um desenvolvimento que signifique equilíbrio entre os países da região – sobre a base do reconhecimento das diferenças, das assimetrias e das especificidades, a partir da solidariedade e complementaridade. Tal modelo de desenvolvimento deve fortalecer o mercado interno, constituir formas de economia solidária, promover mercados alternativos e utilizar de maneira racional os bens comuns para assegurar o bem-estar das maiorias.

NOS PROPOMOS a lutar para que os Estados latino-americanos coloquem-se como instrumento dos interesses gerais e, portanto, subordinem-se à economia e à política democrática e propiciem um novo modelo de desenvolvimento, entendido como o desfrute de todos os direitos civis, políticos, econômicos, sociais, culturais e ambientais, nos marcos da equidade, da justiça e da sustentabilidade.

NOS PROPOMOS a reafirmar a identidade latino-americana como constelação de múltiplas e diversas identidades chamadas a se potenciar na confluência das distintas correntes do mundo contemporâneo, mas sabedoras de sua própria significação. Este reencontro da América Latina consigo mesma é pré-condição de uma integração autêntica e implicará um renascimento que desperte as energias da região, inspire a democratização de nossos Estados e estimule a busca por sociedades mais justas e eqüitativas.

NOS PROPOMOS a fortalecer os movimentos sociais e as redes que se mobilizam na procura dos direitos e no exercício da cidadania. Isto implica articular-se, construir agendas comuns e atuar de maneira conjunta no cenário nacional e internacional como fator de democratização em todos os níveis. Implica também construir instrumentos e mecanismos que fortaleçam em suas organizações a capacidade propositiva.

NOS PROPOMOS a um trabalho de educação cidadã entendida como educação política, que permita a auto-valorização, a inclusão e o fortalecimento da organização de homens e mulheres, a superação da história de dominação em que a maioria dos latino-americanos foi condenada como cidadãos de segunda categoria.

Porque compreendemos nosso papel central na construção da esperança, de uma nova cultura política e de uma institucionalidade realmente democrática, que garantam um futuro com equidade e justiça para as gerações atuais e as que estão por vir, convidamos todas as redes, organizações e movimentos sociais a participar e articular-se em um movimento de movimentos que construa uma cidadania latino-americana e procure outra integração como propósito urgente, possível e necessário.

Caracas, Janeiro de 2006

Redes Internacionais

ARTICULACIÓN FEMINISTA MARCOSUR – AFM

ASOCIACIÓN LATINOAMERICANA DE ORGANIZACIONES DE PROMOCIÓN – ALOP

CENTROAMERICA POR EL DIALOGO – CAD

COMITÉ LATINOAMERICANO PARA LA DEFENSA DE LOS DERECHOS DE LA MUJER - CLADEM

CONSEJO DE EDUCACIÓN DE ADULTOS DE AMÉRICA LATINA – CEAAL

COORDINADORA REGIONAL DE INVESTIGACIONES ECONÓMICAS Y SOCIALES – CRIES

FEDERACIÓN INTERNACIONAL DE DERECHOS HUMANOS – FIDH

GRUPO SUR

OBSERVATORIO CONTROL INTERAMERICANO DE LOS DERECHOS DE LOS MIGRANTES – OCIM – PIDHDD

ORGANIZACIÓN REGIONAL INTERAMERICANA DE TRABAJADORES - ORIT

PLATAFORMA INTERAMERICANA DE DERECHOS HUMANOS, DEMOCRACIA Y DESARROLLO – PIDHDD

Redes nacionais que assinam

ASOCIACIÓN BRASILERA DE ONG – ABONG

ASOCIACIÓN CHILENA DE ONG – ACCIÓN

ASOCIACIÓN NACIONAL DE CENTROS DE INVESTIGACIÓN, PROMOCIÓN SOCIAL Y DESARROLLO – ANC, Perú

ASOCIACIÓN POLÍTICA DE MUJERES MAYAS – MOLOJ, GUATEMALA

CONFFEDERACIÓN NACIONAL DE COMUNIDADES DEL PERÚ AFECTADAS POR LA MINERÍA – CONACAMI

COALICIÓN DE ONG DE DERECHOS HUMANOS – PIDHDD, Venezuela

CONVERGENCIA DE ORGANISMOS CIVILES A.C., México

ENCUENTRO DE ENTIDADES NO GUBERNAMENTALES DE DESARROLLO, Argentina

PLATAFORMA DHESC BRASIL

PROGRAMA MERCOSUR SOCIAL Y SOLIDARIO – SEPA, Paraguay

UNIÓN NACIONAL DE INSTITUCIONES PARA EL TRABAJO DE ACCIÓN SOCIAL – UNITAS, Bolivia

Organizações nacionais que assinam

APDH – PIDHDD, Ecuador

APRODEH – FIDH, Perú

CAIDH – FIDH, Guatemala

CEDAL – ALOP, Perú

CENID – FIDH, Nicaragua

CENTRO DE SERVICIO POPULAR – GSCESAP , Venezuela

CENTRO FLORA TRISTAN, Perú

CESAP – SINERGIA, Venezuela

CODEHUPY – PIDHDD, Paraguay

COLECTIVO DE ABOGADOS JOSE ALVEAR RESTREPO – FIDH, Colombia

COMISIÓN ARGENTINA DE JURISTAS – FIDH

EFIP – PIDHDD, Venezuela

ESPACIO DESC – PIDHDD, México

FASE - Brasil

Instituto Pólis - Brasil

Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS - ABIA, Brasil

FUNDACIÓN PERSEU ABRAMO, Brasil

Serviço à Mulher Marginalizada - SMM, Brasil

Centro de Direitos das Populações da Região de Carajás - Fórum Carajás , Brasil

INDIA – PIDHDD, Venezuela

PET, Chile

PROYECTO DE DESARROLLO SANTIAGO - PRODESSA, Guatemala
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 Índice de artigos publicados:
Sustainability and responsibilities in the management of solid waste
Elisabeth Grimberg
The principle of reduction precedes those of reuse and recycling, and most of all, eliminates the incineration of materials.

Social and Solidary Economy, Land Development and New Paradigms of Production and Consumption: is another development model possible?
Adriano Borges, Leandro Morais, Miguel Bacic
The generation of a mass of excluded and impoverished individuals and of a production and consumption pattern that neglected environmental issues and corrupted the idea of “good living” was observed

Sustentabilidade e o Consumidor Ativista
Adriano Borges
O consumo responsável, solidário e ético diz ao consumidor não ser tão vulnerável a propagandas e marcas famosas, devendo ser mais racional na escolha, de forma a captar o valor de uso do que adquire.

Alimentação, gênero e meio ambiente
Christiane Costa
São as mulheres, no mundo todo, segundo a FAO, que mais se ocupam da segurança alimentar, sendo responsáveis por 80% do trabalho necessário para produzir alimentos na África e 40% na América Latina

Programa “Desechos y Ciudadanía”
Elisabeth Grimberg, Sonia Lima
El Programa Lixo e Cidadania fue estructurado promoviendo asociaciones con el sector privado, con las organizaciones de la sociedad civil, con el gobierno estadual y con ONGs

Fórum Mundial da Água - Questões Fundamentais e Muitas Controvérsias
Vilma Barban

Artigo: Representação e Representatividade nos espaços de participação cidadã
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No contexto da democracia participativa, garantir que essa representação seja efetiva significa garantir a própria razão de ser dos conselhos de políticas,gestores e fóruns da sociedade civil

Protagonismo e empoderamento juvenil: a luta pela participação democrática
Gerson Brandão
“Os direitos da juventude e, conseqüentemente, as políticas públicas para esse segmento, são ainda incipientes na agenda pública".

Artigo: Cultura e Modos de Vida - São Paulo, a utopia da Gaia Urbana
Hamilton Faria
"Faz bem inspirar-se em Heráclito, quando ele afirma que a morada do homem é o extraordinário"

A numerologia, o Fórum Social Mundial e o reencantamento do mundo
Hamilton Faria
No artigo, Hamilton Faria, reflete sobre o que os grandiosos números do FSM 09 podem mostrar sobre a atividade e seu futuro para os próximos anos

Privatização, terceirização e parceria nos serviços públicos: conceitos e tendências
Agnaldo dos Santos
Longe de esgotar o assunto, o artigo Privatização, Terceirização e Parceria nos Serviços Públicos: Conceitos e Tendências, propõe alguns pontos de reflexão à movimentos sociais e cidadãos em geral.

Plano Diretor e o direito das mulheres à cidade
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“Conhecer a trajetória das mulheres nas cidade revelará a situação de quem a vivencia cotidiana e intensamente dentro de suas tarefas familiares, domésticas e profissionais”

Reformas Políticas: Aperfeiçoando e Ampliando a Democracia
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A constituição de 1988 do Brasil comemora 20 anos. Chega então o momento de refletir sobre os avanços e desafios dos instrumentos de participação popular nela previstos.

Os movimentos sociais e sua relação com os canais institucionais
Agnaldo dos Santos, Lizandra Serafim, Pedro de Carvalho Pontual
Os pesquisadores Agnaldo dos Santos, Lizandra Serafim e Pedro Pontual, autores do artigo, compreendem canais institucionais tanto conselhos e orçamentos participativos.

Na metrópole, a infra-estrutura subutilizada
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Enquanto milhões de pessoas sofrem em favelas, cortiços, periferias longínquas e áreas de proteção aos mananciais, a maior maior metrópole brasileira subutiliza seus territórios centrais e com infra.

Controle Social: que caminhos?
Lizandra Serafim
Este texto, da pesquisadora do Instituto Pólis, Lizandra Serafim, trata dos conceitos de controle social e participação popular e também sobre o que é necessário para que ele aconteça efetivamente.

Desafios à construção da democracia participativa no Brasil: a prática dos conselhos de gestão das políticas públicas
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No texto, pesquisador Pedro Pontual faz um balanço e uma reflexão crítica sobre as práticas de gestão dos conselhos de políticas públicas.

Calorias e Preconceitos

De uma maneira didática e leve, a socióloga e vice-presidente do Conselho de Administração do Instituto Pólis, Marta Gil, fala sobre os diversos tipos de preconceitos cometidos pelos seres humanos.

Cenários e Horizontes para uma ação global e local
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The Slab
Kazuo Nakano
Artigo de Kazuo Nakano

Dois artigos tratam sobre o desenvolvimento e a urbanização na cidade de São Paulo
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Resíduos sólidos de São Paulo: dilemas e soluções
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O decreto tirou o termo que remete aos principais protagonistas da coleta seletiva da cidade: as cerca de 150 organizações de catadores que desviam em torno de 1.500 toneladas de resíduos dos aterros.

Reflexões sobre a política habitacional no município de São Paulo
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Nas duas últimas décadas, independente da posição político-partidária do prefeito ou prefeita, os diferentes mandatos não têm sido capazes de enfrentar o problema da habitação na escala necessária.

Política Nacional de Resíduos Sólidos: o desafio continua
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O atual quadro revela a gravidade tanto da geração, quanto da destinação de resíduos urbanos e aponta para a importância de se instituir uma Política Nacional de Resíduos Sólidos.

A técnica é inimiga da participação cidadã?
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A Democratização da Cultura Pede Passagem
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A comunidade boliviana em São Paulo: definindo padrões de territorialidade
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Os pesquisadores do Pólis, Renato Cymbalista e Iara Rolnik Xavier, traçam um perfil da realidade da comunidade boliviana na cidade de São Paulo. Cerca de 100 mil bolivianos vivem na capital.

Por uma democracia verdadeiramente popular
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"O modelo de democracia que fundamenta essa concepção de agências reguladoras torna o debate público sobre questões públicas muito restrito"

Abrindo os sacos de "lixo": um novo modelo de gestão de resíduos está em curso no país
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O que fazer, então, face ao desafio de destinar adequadamente mais de 100 mil toneladas de resíduos produzidos diariamente pelos nossos 5.561 municípios?

Ocupações
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Ocupações são atos políticos legítimos que exigem o cumprimento do princípio constitucional da "função social da propriedade urbana".

NOTA PÚBLICA: Mobilização por uma reforma política ampla, democrática e participativa


Pessoas com Deficiência: indicadores de Acessibilidade?
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Por que não considerar a presença da pessoa com deficiência como um dos componentes do Indicador de Acessibilidade?

EM DEFESA DE UMA CIDADE DEMOCRÁTICA, PACÍFICA, INCLUDENTE E SUSTENTÁVEL - CONTRA O APROFUNDAMENTO DA BARBÁRIE SOCIAL EM SÃO PAULO - CONTRA O ATUAL PROCESSO DE REVISÃO DO PLANO DIRETOR


El crecimiento acelerado de las ciudades: Entrevista a Silvio Caccia*
Silvio Caccia Bava
"Ni la pobreza, ni la desigualdad son dados naturalmente, o siempre han existido. Son producidas por políticas públicas, o sea, por orientaciones de gobierno."

As disputas socioterritoriais
Kazuo Nakano
A recente disputa entre moradores de uma favela vizinha a um condomínio fechado no Sacomã revela o esforço para construir e manter territórios de moradia na cidade.

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A revisão do Plano Diretor de São Paulo
Anderson Kazuo Nakano
Essa revisão é prematura pois o Plano Diretor e os Planos Diretores Regionais ainda não foram colocados em prática.

Avaliar para que(m)?*
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Um sistema de avaliação (...)só vale se for utilizado como uma ferramenta para transformar, para melhor, a situação encontrada.

Uma cidade, vários centros*
Anderson Kazuo Nakano
A configuração socioterritorial da metrópole ainda concentra muitas viagens para a região central, principalmente de automóveis.

A violência na cidade e a violência da cidade
Anderson Kazuo Nakano
A violência está na origem das nossas cidades.

ONGs: Controle ou autonomia frente ao Estado?
Silvio Caccia Bava
Assim como a criminalização dos movimentos sociais, a criminalização das ONGs é uma iniciativa que busca silenciar as lutas pela exigibilidade de direitos.

Carta Abierta a los Gobiernos de América Latina y el Caribe sobre la Libertad y Autonomía de las ONGs


O Fórum Nacional de Reforma Urbana e o Programa de Aceleração do Crescimento: desafios na construção de um novo modelo de desenvolvimento sustentável com cidades Justas e democráticas*

É de suma importância que o Governo reduza de forma urgente e significativamente as taxas de juros para que possamos ter um novo ciclo de crescimento e desenvolvimento social para o País.

Plano Diretor de Sorocaba: um olhar sobre os atores e a auto-aplicabilidade dos instrumentos urbanísticos
Paula Freire Santoro, Renato Cymbalista, Rosemeire Nakashima
Artigo apresentado no IV Congresso Brasileiro de Direito Urbanístico “Desafios para o Direito Urbanístico Brasileiro no Século XXI”, no dia 07 de dezembro de 2006.

A contínua busca da identidade
Silvio Caccia Bava
Há uma constante disputa de significados quanto aos conceitos, pois do seu sentido retiraremos as possibilidades de análise da realidade e as possibilidades de ação.

Coordenador de Orçamento Participativo na Prefeitura Municipal de Araraquara faz balanço do VI Seminário Repensando o OP
Júlia Tavares
Entrevista com Edmilson de Nola Sá, coordenador de Orçamento Participativo na Prefeitura Municipal de Araraquara

Carta Aberta Contra a Violência Policial


Cumbre Social del MERCOSUR: Democratizar las instancias de gestión del MERCOSUR*
Silvio Caccia Bava
Es fundamental garantizar que la integración continental no se haga únicamente por medio de la óptica del mercado para la satisfacción de las grandes empresas.

São Gabriel da Cachoeira: A Descentralização do Sistema Municipal de Planejamento e Gestão Territorial em Terras Indígenas*
Anderson Kazuo Nakano
Este artigo tem como objetivo descrever a estratégia de descentralização do planejamento e gestão territorial em Terras Indígenas adotada no Plano Diretor Participativo de São Gabriel da Cachoeira.

O Plano Diretor de Mariana-MG: a difícil articulação entre planejamento urbano, patrimônio histórico e atores políticos
Colaboradora: Rosemeire Nakashima, Patrícia Cardoso, Renato Cymbalista

Estatuto da Cidade: o desafio da capacitação de atores sociais
Paula Freire Santoro, Paula Pollini, Renato Cymbalista
Esse texto pretende relatar a construção de estratégias e realização de um processo de disseminação e capacitação no tema do planejamento territorial a partir de projetos realizados no Instituto Pólis

As remessas estão na mira*
Silvio Caccia Bava
Estudos recentes identificam que os custos atuais de conversão de moedas e de transferência podem chegar a 20% do total. Uma outra perversidade do modelo atual.

São Gabriel da Cachoeira (AM) apresenta Plano Diretor inovador*

Com a assessoria técnica e jurídica do Instituto Pólis, (...) e o acompanhamento permanente de um conselho gestor, a prefeitura liderou o processo de discussão e elaboração pública da proposta.

Construindo a plataforma dos movimentos sociais para a Reforma Política no Brasil

A construção de uma sociedade democrática exige uma reforma política ampla que expanda a democracia, nas suas distintas possibilidades: direta, representativa e participativa.

Cineclubes como expressão da diversidade
Luís Eduardo Tavares
"(...) a prática cineclubista está associada à luta pela direito à comunicação e à flexibilização da propriedade intelectual (...)"

Análise da conjuntura nacional em ano de eleições presidenciais
Silvio Caccia Bava
Estamos nos acostumando com a idéia de que a pobreza é um processo natural e que temos que enfrentar o problema sem discutir o processo que a produz.

Conflito no asfalto
Kazuo Nakano
A faixa preferencial ou exclusiva para as motocicletas é uma ação inócua que não alivia esses conflitos e tampouco soluciona os congestionamentos do trânsito da metrópole.

Pelo reencantamento do mundo*
Hamilton Faria
Entrevista concedida para Leonardo Brant, do sítio Cultura e Mercado

Carta de Recife por um Brasil sem Despejos


América Latina y la crisis de la democracia
Silvio Caccia Bava
La crisis de gobernabilidad, el divorcio entre la sociedad civil y el sistema político (...), se ve como el elemento más importante de la coyuntura actual

Tribunal Popular em defesa do Direito à Moradia

Documento produzido a partir do Fórum Urbano Mundial de 2006 (Vancouver-Canadá)

Carta Mundial pelo Direito à Cidade

Documento produzido a partir do Fórum Social Mundial Policêntrico de 2006

Balanço das eleições da sociedade civil no Conselho Nacional de Assistência Social
Rosangela Paz
Nessas eleições muitas coisas estavam em jogo: mudança na presidência do CNAS, eleições gerais e transição para um novo governo, o aprofundamento e consolidação do Sistema Único de Assistência Social

II FÓRUM SOCIAL BRASILEIRO: construindo uma agenda brasileira
Ana Claudia Teixeira, Vilma Barban
O Fórum Social pode ser um espaço de articulação se as organizações tiverem uma atitude propositiva nesta direção.

Os desafios do controle social nas Políticas Públicas
Agnaldo dos Santos
"...não estamos numa situação privilegiada ou ótima de participação popular na condução da coisa pública, como a experiência prática e a literatura acadêmica podem bem testemunhar..."

Consumo Sustentável
Elisabeth Grimberg
É preciso articular a luta por Direitos Humanos ao uso dos recursos globais, através de políticas que promovam uma efetiva distribuição das riquezas e da renda.

Padre Júlio Lancelloti fala sobre política, sociedade, comunicação e outros temas
Fábio Brandt, Padre Júlio Lancelloti
"A Igreja não pode ficar calada diante da tortura, da violência, da exploração"

FSM Caracas/2006 - Alimento não é Mercadoria


DECLARAÇÃO DE CARACAS - Janeiro de 2006 - OUTRA INTEGRAÇÃO É URGENTE, POSSÍVEL E NECESSÁRIA


Carta Aberta do Fórum Nacional da Reforma Urbana - PL 3.057/2000 - Lei de Responsabilidade Territorial

Para o FNRU, o projeto aprovado contempla as principais demandas dos Municípios, movimentos sociais e organizações não-governamentais que atuam pela reforma urbana das cidades

Manifesto de repúdio à reportagem “A solução é derrubar”, da revista Veja

"(...) a vontade de defender os interesses das classes média e alta, tornou-se, neste caso, uma sobreposição de interesses econômicos aos Valores Humanos e Sociais(...)"

Veja erra gravemente!
Fernando Altemeyer Júnior
"(...)o pecado original do mau jornalista: matéria sem pesquisa e comprovação de dados(...)criou ficção e não foi capaz de ver a realidade (...)"

Carta-compromisso pela Democratização da Comunicação
Associações, movimentos sociais e ONGs reunidas em São Paulo durante a III Semana Nacional pela Democratização da Comunicação, em 2005
As violações dos direitos humanos cometidas pelos meios de comunicação devem ser combatidas sistematicamente, assim como a criminalização dos movimentos sociais por parte da mídia

A luta do movimento dos catadores

"cabe salientar que tanto o Movimento dos Catadores quanto os Fóruns que atuam conjuntamente, estão se preparando para uma discussão pública com o governo sobre as perspectivas do modelo de gestão"

Gestão cultural em sintonia com a diversidade e as dinâmicas locais
Hamilton José Barreto de Faria, Júlia Tavares
Hamilton Faria avalia os desafios da gestão cultural e lança propostas para a construção de políticas democráticas e efetivamente públicas

Referendo sobre o Desarmamento - fazendo a história da democracia brasileira
Ana Claudia Teixeira
O Instituto Pólis, junto a outras organizações e movimentos sociais, está se posicionando pelo SIM, a favor da proibição do comércio de armas e munição.

Voto no SIM: Por uma Cultura de Paz e Não-Violência
Hamilton José Barreto de Faria
Cultura de Paz significa respeitar a vida, rejeitar a violência, ser generoso, ouvir para compreender, preservar o planeta e redescobrir a solidariedade

Votar SIM no Referendo, e continuar SIM cobrando dos governos as demais políticas de Segurança e Inclusão Social!
Jorge Kayano
A campanha pelo SIM precisa ser revigorada pela cobrança de todas as demais medidas de enfrentamento da insegurança social e da violência, inclusive a institucional

Democracia Direta e Ação Popular*
Dalmo de Abreu Dallari
Até mesmo as vias judiciais, que devem ser usadas para a garantia dos direitos de todo o povo, vêm sendo utilizadas para impedir essa democratização das práticas políticas

Balanço político e desafios de continuidade do Orçamento Participativo
Nilde Balcão, Tatiana de Amorim Maranhão
Este texto tem por objetivo apresentar dados sobre os municípios que realizaram o OP na gestão de 2001-2004 no Estado de SP

Os riscos da candidatura de Nelson Jobim
Jorge Kayano
Jobim sentou sobre uma Ação Direta de Inconstitucionalidade por exatos 6 anos e qual é a conseqüência? Ganha a Presidência do STF!

Entrevista: Conferência Nacional de AS (Assistência Social) quer tirar SUAS (Sistema Único de Assistência Social) do “papel’*
Entrevista com Rosangela Paz
O SUAS tem como diretrizes a descentralização política e administrativa e o comando único das ações em cada esfera de governo, a participação e o controle social

O que nós queremos*
Silvio Caccia Bava
É preciso conquistar um novo lugar na política para a participação da cidadania ativa, para as representações coletivas que lutam pelo que queremos

Todo o apoio ao plebiscito sobre a feira!
Jorge Kayano
Nossa proposta ao prefeito: não precisa ficar no pior dos mundos, basta eleger os Conselhos de Representantes junto às 31 Subprefeituras! Já temos a data: 23/10!

Sobre participação e “democratismo”
Agnaldo dos Santos
É imprescindível que o Estado crie condições de capacitar os cidadãos à participação política, pois essa é uma condição primeira para evitar a tomada do Estado por interesses privados

Carta ao presidente - permanência de Olívio Dutra no Ministério das Cidades
Fórum Nacional de Reforma Urbana
Entendemos que a troca de comando sobre o Ministério das Cidades será um retrocesso no pacto com avanço das políticas setoriais de habitação

Momento de debate das questões sociais no Ano do Brasil na França*
Karina Uzzo
Questão da moradia no Brasil será um dos destaques do Fórum Franco-Brasileiro da Sociedade Civil, que ocorre nos dias 12 e 13 de julho em Paris

A (dícifil) relação entre Estado e Sociedade Civil
Agnaldo dos Santos
Um poder público constituído por normas claras e efetivas, junto à participação da sociedade em diversos canais de decisão, pode tornar a democracia brasileira mais real e menos formal

Democracia em Construção - A Participação dos Cidadãos na Gestão da Educação no Município de Vicência (PE)*
Fernanda Martinez, Gabriela Spanghero Lotta
Em Vicência todos os diretores e vice-diretores de escolas públicas municipais são eleitos diretamente por voto secreto e facultativo dos membros da comunidade escolar

Hamilton Faria reflete sobre a importância da cultura no desenvolvimento social*
Entrevista com o coordenador da área de Cultura do Pólis, por Carina Flosi (jornalista da revista ArteCidadania.org.br)
Para Hamilton, a cultura "alarga o campo das identidades, coloca em questão a idéia das adversidades, do plural que compõe esse país chamado Brasil"

Pactuando conceitos fundamentais para a construção de um sistema de monitoramento da SAN*
Juliana Sicoli
O conceito claramente definido oferece bases necessárias para avançar na construção de um sistema de indicadores

Capacitação no processo do Fórum Lixo e Cidadania da Cidade de São Paulo*
Elisabeth Grimberg
A metodologia da moderação parte de um princípio simples: todas as pessoas têm algo a contribuir com suas idéias, posições e opiniões

Disseminação de inovações em gestão local*
Veronika Paulics
Para disseminar as caixas-pretas, ou inovações, é preciso convencer as pessoas de que, para alcançarem seus objetivos, devem utilizá-las

Ano Internacional do Microcrédito
Eduardo Caldas, Rafael Martins
O Brasil caminha para a constituição de uma política nacional de microfinanças?

Carta aberta da população paulistana ao Exelentíssimo senhor prefeito da cidade de São Paulo

Nós, cidadãos, exigimos respeito às leis aprovadas!

Governança eletrônica: para onde é possível caminhar?
José Carlos Vaz
Iniciativas de comunicação interativa entre governos e cidadãos, em tese, podem materializar-se e fortalecer o direito à participação política no âmbito do governo.

Refundar o não fundado: desafios da gestão democrática das políticas urbana e habitacional no Brasil
Renato Cymbalista
Em 2003, houve a maior mobilização já vista de setores da sociedade pela participação popular na política urbana e habitacional no Brasil

Privatização da água
Silvio Caccia Bava
Estudos revelam que a privatização dos serviços sai muito mais cara para o consumidor

Reciclar, coletar ou jogar fora?*
Elisabeth Grimberg
A produção e gestão de resíduos ficou mais conhecida através do serviço da coleta seletiva. No entanto, coletar seletivamente é apenas um momento de toda a cadeia de reaproveitamento de resíduos

Em defesa dos Conselhos de Representantes junto às Subprefeituras já!*
Jorge Kayano
A não efetivação dos Conselhos de Representantes representa um verdadeiro retrocesso na forma de conduzir o governo da cidade

O Direito à Cidade como paradigma da governança urbana democrática
Nelson Saule Júnior
O Direito à Cidade como condição para cidades justas, humanas e democráticas

Quem paga a conta?*
Silvio Caccia Bava
O preço proposto para o bilhete único integrado, de R$ 3,60, é para barrar o acesso dos mais pobres ao transporte público

Experiências inovadoras em uma nova governança democrática
Silvio Caccia Bava, Veronika Paulics
Para ampliar escala destas experiências, é necessário desenvolver novas técnicas e metodologias

Governança democrática e um novo paradigma de gestão de resíduos sólidos*
Elisabeth Grimberg

Conflitos Sociais*
Silvio Caccia Bava
O empobrecimento das pessoas está empurrando um setor cada vez maior da população para a vida nas favelas

Manifesto de Porto Alegre*
Silvio Caccia Bava
As doze propostas redigidas por 19 intelectuais serão submetidas à apreciação de ativistas e movimentos sociais do mundo

En el territorio FSM
Raúl Leis

Cultura e governança: um olhar transversal de futuro para o município
Altair Moreira, Hamilton José Barreto de Faria

Dois pesos, duas medidas*
Silvio Caccia Bava
o que vai fazer o prefeito José Serra em relação à suspensão do processo de eleição dos Conselhos de Representantes?

Mesas de Concertación*
Silvio Caccia Bava
Entre as atribuições das Mesas de Concertación peruanas está a discussão do orçamento público em todos níveis de governo

O Brasil do Futuro*
Silvio Caccia Bava
"O desafio para o século 21 é experimentar novos caminhos, perseguir utopias de igualdade, solidariedade e justiça social"

Eleições em 2005*
Silvio Caccia Bava

A lógica da produção e do consumo econômicos dominantes e a sustentabilidade social e ambiental*
Elisabeth Grimberg

Participação para quê?*
Silvio Caccia Bava

A água é para todos*
Silvio Caccia Bava

La Educación en America Latina: derecho en riesgo


Luta por Moradia*
Silvio Caccia Bava

Carta Mundial do Direito à Cidade


Serra e os paulistanos*
Silvio Caccia Bava
Enfrentar as enormes desigualdades sociais presentes entre os moradores da cidade é o grande desafio

Microcrédito*
Silvio Caccia Bava

Serra e Marta*
Silvio Caccia Bava
Afinal, em que o Serra se diferencia da Marta, e vice-versa?

Carta Compromisso Gestão Sustentável de Resíduos Sólidos


Como escolher um vereador*
Silvio Caccia Bava

As falsas questões*
Silvio Caccia Bava
A cidade, ao invés de acolher, integrar, proteger seus cidadãos, estimular a vida coletiva, segrega e ameaça

Carta em Defesa da Regularização dos Territórios de Quilombos
Instituto Pólis e Centro pelo Direito à Moradia contra Despejos no Brasil – COHRE
As mais de mil comunidades remanescentes de quilombos existentes no Brasil ainda esperam por justiça social para obter o seu reconhecimento como cidadãos(ãs) brasileiros(as)

Círculos Bolivarianos*
Silvio Caccia Bava

A Política Nacional de Resíduos Sólidos: a responsabilidade das empresas e a inclusão social
Elisabeth Grimberg
Está em questão a regulamentação de sistemas de tratamento de todos os resíduos gerados e, também, a instituição de responsabilidades bem definidas, segundo os tipos de resíduos

Predadores à solta*
Silvio Caccia Bava
O Estado brasileiro não pode continuar praticando a política do grande empresariado

Participação e Representação*
Silvio Caccia Bava
De uma perspectiva democrática é um grande equívoco opor participação e representação

Uma questão de poder*
Silvio Caccia Bava

Bancos Populares de Desenvolvimento Solidário
Idalvo Toscano
“O que, em contrataste com uma massa semelhante de tiras do jornal de ontem, lhe dá [à moeda] o poder de adquirir bens, (...) levar ao crime? Certamente deve haver alguma mágica." Galbraith, J. Kennet

Grito da Periferia
Manifesto elaborado durante o Fórum Social Sul - São Paulo

Cidade e cidadania*
Silvio Caccia Bava

ONGs reclamam o primado dos Direitos Sociais, do Desenvolvimento Sustentável e da ampliação da Democracia

A Abong questiona os rumos do governo a partir de princípios políticos que se contrapõem ao primado do mercado sobre a sociedade

A Oportunidade é Agora*
Silvio Caccia Bava
A lei que cria os Conselhos de Representantes precisa ser aprovada nos próximos dois meses

Um milhão de Cartas*
Silvio Caccia Bava

Carta de Olinda*


Pobre não decide*
Silvio Caccia Bava

O Choro da Fiel*
Silvio Caccia Bava

Imagine o seguinte*
Silvio Caccia Bava

Um novo Consea*
Silvio Caccia Bava

Informação é poder*
Silvio Caccia Bava

Sobre ONGs e Terceiro Setor*
Silvio Caccia Bava

ONGs republicanas e democráticas em um novo cenário político
Silvio Caccia Bava
Capítulo da publicação "Governo e sociedade civil: um debate sobre espaços públicos democráticos"

Notícias do Altermundo*
Silvio Caccia Bava

E se você puder decidir?*
Silvio Caccia Bava

Revolta Popular*
Silvio Caccia Bava

Conselhos de Representantes*
Silvio Caccia Bava

Destino do dinheiro público*
Silvio Caccia Bava

A Produção da Agenda Social Mundial: uma discussão sobre contextos e conceitos*
Silvio Caccia Bava

Polis - Instituto de Estudos, Formação e Assessoria em Políticas Sociais: uma trajetória em busca do conhecimento e da afirmação da cidadania
Silvio Caccia Bava, Veronika Paulics

ONGs republicanas e democráticas em um novo cenário político
Silvio Caccia Bava

Agenda cultural para o Brasil do presente
Hamilton José Barreto de Faria

Da experiência do microcrédito à microfinança
Eduardo Caldas

O jardim de caminhos que se bifurcam: o microcrédito no Brasil
Idalvo Toscano

Carta aberta aos candidatos à Presidência da República - Iniciativa da ABONG - Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais, subscrita por outras instituições
O Instituto Pólis é membro da ABONG e assume o conteúdo da presente carta aberta

A participação cidadã como estratégia de governo
Silvio Caccia Bava

Por que e como constituir uma ONG?
Alexandre Ciconello, Elisa Larroudé

Educação e cultura da paz
Hamilton José Barreto de Faria

Desafios para a inclusão digital e governança eletrônica
José Carlos Vaz

Gato por lebre
Silvio Caccia Bava

Propostas de Políticas Públicas para o desenvolvimento cultural da cidade de São Paulo
Fórum Intermunicipal de Cultura - FIC

Microcrédito: da iniciativa local ao centralismo estatal
Idalvo Toscano

Plataforma Nacional pelo direito à moradia e cidade, pela gestão democrática, e pela reforma urbana
1º Congresso Nacional pelo Direito à Cidade

Desenvolvimento Cultural e Cidadania - Fórum Intermunicipal de Cultura
Hamilton Faria e Sonia Oliveira

Estatuto da Cidade - instrumento para as cidades que sonham crescer com justiça e beleza
Raquel Rolnik

Nota política sobre os vetos do Estatuto e as conquistas da reforma urbana
Nelson Saule Júnior

Entrevista com Milton Santos*
Carlos Tibúrcio, Silvio Caccia Bava

Cidade e trabalho*
Vera da Silva Telles

O papel dos conselhos de políticas públicas
Entrevista com Celso Daniel

Desenvolvimento local e redes de solidariedade
Veronika Paulics

Dilemas da gestão municipal democrática
Silvio Caccia Bava

Como incorporar a transparência em um modelo de gestão municipal?
José Carlos Vaz

Ocupação de prédios e reforma urbana
Gutemberg Sousa

Um dia com a cidade, sem meu carro
Nazareno Stanislau Affonso

Participação da sociedade cresce*
Entrevista com Jorge Kayano, realizada por Daniel Lima

O que é formação para cidadania?
Entrevista com Chico de Oliveira, por Silvio Caccia Bava

Nova Lei do Parcelamento do Solo Urbano e as funções sociais da cidade
Nelson Saule Júnior

Carta de Rio Claro
I Congresso Paulista de Orçamento Participativo

Muito Além do Automóvel: Por uma Política Nacional de Mobilidade Sustentável


A força e a riqueza da cidadania
Silvio Caccia Bava
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