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Nossos trabalhos se orientam principalmente para fortalecer e qualificar as representações coletivas e entidades que se articulam em torno das mobilizações em defesa do Direito à Cidade.
Por este critério são nossos parceiros prioritários os movimentos e entidades da sociedade civil que se organizam em torno dos temas da saúde, moradia, educação, meio ambiente, criança e adolescente e direitos das mulheres e negros.
Destacamos nosso interesse em estreitar relações com a União dos Movimentos Populares de Saúde, a União dos Movimentos de Moradia, a Central de Movimentos Populares, a Confederação Nacional das Associações de Moradores, a Coordenação Nacional dos Movimentos Sociais.
Consideramos que as lideranças sociais que integram estes movimentos sociais; as lideranças sociais que se elegeram como conselheiros nos mais diversos conselhos de gestão, assim como delegados do Orçamento Participativo; as lideranças sociais que representam as novas dinâmicas da cidade, tais como os movimentos culturais, o hip hop, os catadores, são prioridade em nosso plano de ação.
A democratização da gestão pública, além de necessitar da presença ativa e contínua da cidadania, precisa também da abertura e da disposição política das administrações municipais para tornar efetivos, enquanto espaços de decisão, os mecanismos de participação instituídos. Entendendo que este processo de democratização da gestão requer o engajamento dos técnicos e gestores públicos, manifestamos nosso propósito de trabalhar também com este público, em nossos trabalhos de formação e disseminação de informações.
Reconhecemos, neste país de dimensões continentais, a amplitude do desafio de trabalhar com os atores que se articulam na defesa do direito à cidade. A estratégia de integrar-se a redes e fóruns que ampliam, potencializam e politizam as expressões locais das lutas em defesa de direitos humanos nos faz identificar os educadores sociais, presentes nos mais distintos espaços, como parte de nosso público prioritário. |
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