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» Representações e representatividade nos espaços participativos
Coordenador: Evanildo Barbosa (Fase-PE e Fórum Nacional de Participação Popular)
Provocadores: José Braga (coordenador do Orçamento Participativo da Prefeitura de Campinas) e Rosângela Paz (Instituto Polis, Instituto de Estudos Especiais – PUC e Conselho Nacional de Assistência Social - CNAS)
Sistematizadora: Gabriela Lotta (Instituto Polis)

Diagnóstico

- Democracia da maioria não funciona mais em uma sociedade tão diversa.
- Desigualdade de reconhecimento entre conselheiros.
- Modelo não atende à sociedade atual.
- Falsa paridade.
- Desinteresse pela participação.
- Descaso social.
- Muita burocracia, falta de objetividade, falta de consciência política, regras pouco claras, pouca ética.

Raízes históricas dessas questões

- Demanda é diversa.
- Não compreensão dos mecanismos de organização da sociedade.
- Domínio do conteúdo e processo é diferente entre os segmentos.
- Pouco aproveitamento das sugestões de quem participa.
- Desigualdade com o povo.
- Vontade política do governo, Executivo não ouve a sociedade civil, sociedade civil tem que conhecer seu papel, legislativo não representa interesses coletivos, fuga do Executivo das obrigações, poder do capital, favor, clientela (...), promoção de poder político de fato.
- Prática política apática
- Cultura de benefício e não de direito. .

Pistas para o enfrentamento das questões

- Participação para transformar e não para legitimar.
- Compreensão dos mecanismos de representação e não somente criação de instituição representativa.
- Capacitação/socialização de informação em diferentes processos (tanto quem já está, quanto quem não está).
- Ampla divulgação dos resultados obtidos e celebrar as conquistas.
- Ser mais humano com o povo.
- Descentralização de fato das políticas públicas.
- Igualdade na relação do Estado e sociedade civil
- Fiscalizar, cobrar, propor, divulgar e participar
- Capacitação e educação
- Cultura de direitos